Durante a aula, a docente contextualizou como essa modalidade se remodelou no decorrer da História da Arte até chegar à contemporaneidade, que hoje explora múltiplas possibilidades de pôr em diálogo as vontades, desejos e concepções de mundo do artista.
A proposta consistiu na criação prática de autorretratos tridimensionais, em que os acadêmicos puderam articular o desenho de perfil com o preenchimento de imagens que traduzissem seus interesses pessoais. Após a fundamentação teórica, os futuros pedagogos criaram suas produções colocando em diálogo identidade, memória, sentimentos e repertórios culturais individuais.
Com base nessas vivências, os estudantes relacionaram a atividade prática às diretrizes da BNCC, compreendendo como a proposta atende às competências de respeito à diversidade, autoconhecimento e valorização da identidade. A experiência permitiu notar que a Arte atua como agente humanizador na educação, integrando o desenvolvimento socioemocional à sensibilidade estética.
Os resultados do projeto foram apresentados por meio de um painel coletivo em exposição na sala de aula, evidenciando o olhar crítico e reflexivo dos futuros professores diante da pluralidade e das diferentes formas de expressão.
Uma experiência enriquecedora que fortalece a sensibilidade estética, a prática pedagógica e a compreensão da arte como linguagem essencial para a formação docente.
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